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EXPERIÊNCIAS PARA GRUPOS

Drum Circle

Não é preciso saber tocar. É preciso saber ouvir.

drum circle

O TRABALHO

O pulsar da unidade

Uma roda. Um pulso. Muitos instrumentos. Uma musica que nasce no momento e e criado por todos.

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Sob a direção da percussionista e maestrina Tânia Lopes, cada participante é convidado a escutar, responder e encontrar o seu lugar no ritmo colectivo. Não há partituras nem ensaios apenas - gestos, percussão, silêncio, energia e a descoberta de um pulso comum.

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Uma experiência de improvisação coletiva onde, por alguns momentos, deixamos de ser indivíduos para nos tornarmos um só ritmo.

COMO SE TRABALHA

Porquê a percussão étnica e convencional?

01

Acessibilidade

Djembés, bombos, congas, cajons, agogôs dão som à primeira batida. Nao é preciso técnica para começar; o ritmo é construído à medida que se toca

02

Qualquer objeto é instrumento

Dos vasos de metal aos sacos de plástico, trabalha-se com objetos do quotidiano. Quem participa percebe que o ritmo não está reservado a quem tem um instrumento.

03

Comunicação não - verbal

Toca-se sem explicações longas. O grupo aprende a seguir os gestos, a responder a quem está em frente e a passar do "eu" ao "nós".

ESCUTA

Para tocar em conjunto é preciso ouvir quem está ao lado. A atenção ao outro é exercitada na prática, sem ser preciso falar dela.

LIGAÇÃO

Pessoas que não se conheciam acabam por sustentar o mesmo ritmo. Essa experiência de fazer algo em comum fica no grupo depois da sessão

PRESENÇA

Tocar ocupa o corpo inteiro e o momento presente. A tensão baixa, os ombros descem e o corpo ganha liberdade, vê-se em quem participa.

GALERIA

Imagens das sessões

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